Fez · Ligações à extrema-direita · janeiro de 2024 · Gabriel Mithá Ribeiro e Diogo Pacheco de Amorim, deputados do Chega
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Pessoas / Diogo Pacheco de Amorim

Diogo Pacheco de Amorim
Deputado à Assembleia da República pelo Chega, eleito pelo círculo do Porto (XV, XVI e XVII legislaturas); na XIV legislatura foi deputado pelo círculo de Lisboa. Vice-presidente da Assembleia da República na XVI legislatura, eleito a 27 de março de 2024, e na XVII, eleito a 17 de junho de 2025. No Chega, é vogal da Direção Nacional e coordenador da Comissão Política Nacional; foi vice-presidente da Direção Nacional até ao III Congresso, em maio de 2021.
Membro do Chega · última verificação 25.10.2026
- Vice-presidente (XVII legislatura) · Assembleia da República · desde 17.06.2025
- Vice-presidente (XVI legislatura) · Assembleia da República · 27.03.2024 – junho de 2025
- Deputado pelo círculo do Porto (XV, XVI e XVII legislaturas) · Assembleia da República · desde março de 2022
- Deputado pelo círculo de Lisboa (XIV legislatura) · Assembleia da República
- Vogal da Direção Nacional e coordenador da Comissão Política Nacional · Chega
- Vice-presidente da Direção Nacional (cargo anterior, até ao III Congresso, em maio de 2021) · Chega · até maio de 2021
Jubileu das Autoridades, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 13.09.2025. Fotografia: Diogo Paiva Brandão / Patriarcado de Lisboa, CC BY 4.0. Origem (fotografia, noutro site). A fonte não nomeia quem aparece; a identificação é do Já Chega!, pelo contexto do acontecimento.
- 0
- Processos
- 2
- Sinais
- 1
- Dinheiro
Ano a ano
2024
1 sinal o que disse, propôs e fez em 2024
2022
1 sinal o que disse, propôs e fez em 2022
Fez · Ligações à extrema-direita · noticiado a 03.02.2022 · Diogo Pacheco de Amorim, deputado do Chega (eleito em 2022) · Anterior ao Chega
Candidato do Chega a vice-presidente da Assembleia foi militante do MDLP em 1975
A 13 de fevereiro de 2024, num debate televisivo (RTP3), Mariana Mortágua (BE) acusou o Chega de ter como número dois «um dirigente da principal organização terrorista em Portugal», referindo-se a Pacheco de Amorim sem o nomear. André Ventura respondeu que ele «nunca foi condenado por terrorismo». O Público concluiu que Pacheco de Amorim «foi militante do MDLP e é verdade que nunca foi condenado em tribunal por qualquer acto de terrorismo nem pela morte de ninguém».
2020
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