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Já Chega!

Já Chega! · jachega.org/sinais/pacheco-amorim-mdlp/ · última verificação: 18.10.2026

Sinais / Ligações à extrema-direita

Diogo Pacheco de Amorim, deputado do Chega (eleito em 2022): Candidato do Chega a vice-presidente da Assembleia foi militante do MDLP em 1975

Fez · Ligações à extrema-direita · noticiado a 03.02.2022

Candidato do Chega a vice-presidente da Assembleia foi militante do MDLP em 1975
Diogo Pacheco de Amorim, deputado do Chega (eleito em 2022)

Anterior ao Chega. É anterior à entrada no partido.

Segundo o Público, o MDLP (Movimento Democrático de Libertação de Portugal) foi um «movimento de extrema-direita» criado pelo general Spínola, que «operou em Portugal entre 1975 e 1977», período em que foram cometidos vários atentados. A Visão chama-lhe «movimento armado de extrema-direita».

O que aconteceu: A 13 de fevereiro de 2024, num debate televisivo (RTP3), Mariana Mortágua (BE) acusou o Chega de ter como número dois «um dirigente da principal organização terrorista em Portugal», referindo-se a Pacheco de Amorim sem o nomear. André Ventura respondeu que ele «nunca foi condenado por terrorismo». O Público concluiu que Pacheco de Amorim «foi militante do MDLP e é verdade que nunca foi condenado em tribunal por qualquer acto de terrorismo nem pela morte de ninguém».

Segundo o Público (14 de fevereiro de 2024), Diogo Pacheco de Amorim, «considerado ideólogo do Chega», «foi militante do MDLP». A Visão (4 de fevereiro de 2022) refere a sua «militância na direita armada do Movimento Democrático de Libertação de Portugal (MDLP) em 1975» e escreve que esteve no «setor político» do movimento liderado por António Spínola.

Segundo o Público, o MDLP «foi considerado por um tribunal como um movimento terrorista, mas nenhum dos seus membros foi condenado em tribunal por não ter sido possível associá-los aos crimes cometidos». Segundo o mesmo jornal, Pacheco de Amorim nunca foi condenado em tribunal por qualquer ato de terrorismo.

Em fevereiro de 2022, Pacheco de Amorim acabava de ser eleito deputado pelo Chega e André Ventura escolheu-o como candidato do partido a vice-presidente da Assembleia da República (Público, CNN Portugal e Visão).

Em janeiro de 2024, Pacheco de Amorim participou com outro deputado do Chega num seminário com Eduardo Bolsonaro numa igreja da Amadora (ver a ficha).

Fontes: De que “terroristas” falaram Mariana Mortágua e André Ventura? (noutro site) (Público), 14.02.2024; Debate Chega vs BE. Ventura defende os “interesses imobiliários”, Mortágua quer “posse administrativa” (noutro site) (Renascença), 13.02.2024; Diogo Pacheco de Amorim, o deputado que traz os fantasmas da ditadura (noutro site) (Público), 27.02.2022; Das bombas de 75 a “vice” do Parlamento? Quem é e como pensa Diogo Pacheco de Amorim (noutro site) (Visão), 04.02.2022; O escolhido por Ventura para a vice-presidência do Parlamento: um breve perfil que é preciso ler (noutro site) (CNN Portugal), 03.02.2022

Resposta do visado

Citado no perfil que o Público publicou a 27 de fevereiro de 2022: «Que eu saiba, nunca pusemos bombas...». Segundo a Visão (4 de fevereiro de 2022), nega «qualquer ligação às atividades militares do MDLP». (27.02.2022)

Fonte: Diogo Pacheco de Amorim, o deputado que traz os fantasmas da ditadura (noutro site) (Público), 27.02.2022

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