Fez · Ligações à extrema-direita · 08.11.2025 · Pedro Frazão, vice-presidente do Chega e deputado
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Pessoas / Pedro Frazão

Pedro Frazão
Vice-presidente do Chega desde o III Congresso, em maio de 2021. Deputado à Assembleia da República desde 2022. Nas autárquicas de 2021 foi o candidato do Chega à Câmara Municipal de Santarém.
Membro do Chega · última verificação 25.10.2026
- Vice-presidente · Chega · desde maio de 2021
- Deputado · Assembleia da República · desde 2022
- Candidato do Chega à Câmara Municipal (autárquicas de 2021) · Câmara Municipal de Santarém · desde 2021
Debate das eleições autárquicas de 2021 para a Câmara de Santarém, RTP, 30.08.2021. Fotografia: Pedro Pina – RTP, CC BY-NC-SA 2.0. Origem (fotografia, noutro site). A fonte não nomeia quem aparece; a identificação é do Já Chega!, pelo contexto do acontecimento.
- 3
- Processos
- 2
- Decisões
- 1
- Sinais
Ano a ano
2026
- Caso n.º 20 · 15.07.2026Condenado
Condenação por difamação de José Manuel Pureza
Condenado a 200 dias de multa, à taxa diária de 10 €, e a 2 000 € de indemnização.
Decisão · ERC · Decisão · 08.04.2026
Deliberação da ERC: publicações de deputados do Chega sobre a Maçonaria «configuram desinformação»
2025
1 sinal o que disse, propôs e fez em 2025
2024
- Caso n.º 23 · noticiado a 10.12.2024Arquivado
Arquivamento do inquérito à publicação no X na véspera das europeias de 2024
A Comissão Nacional de Eleições enviou certidão ao Ministério Público por uma publicação feita na véspera das eleições europeias de 2024. O DIAP de Lisboa arquivou o inquérito; a CNE tomou conhecimento do despacho de arquivamento a 10 de dezembro de 2024.
Decisão · Comissão Nacional de Eleições · Remessa ao Ministério Público · 09.07.2024
Pedro Frazão na véspera das europeias de 2024: CNE remete ao Ministério Público; inquérito arquivado
2022
- Caso n.º 17 · 26.05.2022Cível · condenado · confirmado em recurso
Condenação cível por uma publicação sobre Francisco Louçã
Condenado em processo cível a apagar a publicação e a declarar que afirmou um facto falso. A Relação de Lisboa confirmou; segundo o próprio, não recorreu para o Supremo.
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